domingo, 16 de novembro de 2014

arma biológica?


O Ebola é uma arma biológica?


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Segundo investigações de uma rede internacional de notícias, o surto de Ebola não foi por acaso e pode ser o teste de uma arma biológica criada nos EUA.
A rede internacional de notícias RT investigou quem está por trás do surto recente de Ebola e chegou até a empresa que produz um medicamento experimental para a cura da doença. A Mapp Biopharmaceutica, cuja equipe de cientistas trabalha com o exército dos EUA no centro de investigações biológicas e armas químicas, Fort Detrick, localizado em Maryland, que há poucos meses infectou um grupo de macacos com o vírus do Ebola.
Com um histórico de desenvolvimento de armas biológicas e manipulação de vírus como HIV, Ebola, Peste Bubônica (Peste Negra), Antrax e vírus do Nilo Ocidental, o complexo agora chamado de instalações Frederick para a investigação sobre o câncer não desperta a confiança nem na própria população de Maryland que acreditam que as mais de 500 famílias afetadas pelo câncer podem ter sido ocasionadas pelos experimentos feitos no lugar que é próximo de suas casas.
O agricultor Bill Krantz disse à FOX em 2010 que desde criança observou que aviões, helicópteros e balões espalharem substâncias químicas nos campos e posteriormente asseguravam que estes eram inofensivos. Porém sua filha e esposa morreram de câncer e exames comprovaram a presença destas substâncias no corpo de ambas.
Os EUA também contam com um longo histórico de bioterrorismo infectando pessoas de outros países com vírus mortais.
Entre 1946 e 1948 foram inoculadas doenças venéreas em 696 guatemaltecos, atitude pela qual o governo estadounidense pediu apenas “desculpas” em 2011.
Em 1931, Cornelius Rhoads patrocinado pelo Instituto Rockefeler e que fez parte da Comissão de Energia Atômica dos EUA, infectou centenas de cidadãos porto-riquenhos com células cancerosas durante a realização de experimentos médicos.
Em 1951, os Estados Unidos usaram penas das aves infectadas com antrax para causar febre na Coreia do Norte e depois inocular a febre amarela no país.
Em 1962, os EUA contaminaram um barco de cana de açúcar que parou em Porto Rico com destinoà União Soviética.
Em 1966, o Pentágono fez quebrar vários frascos de Bacillus subtilis em grades de ventilação do Metro New York expondo mais de 1 milhão de pessoas a essa bactéria.
Em 1970, Fort Detrick desenvolveu técnicas de biologia molecular para produzir retrovírus, agora conhecido como HIV.
Na década de 70, os EUA desenvolveram a Operação Mongoose. A CIA inoculou em Cuba distintos vírus como o epífita Roya para afetar diferentes plantações de cana do país, o da peste suína africana,  que obrigou o abate de mais de 700 porcos e o mofo azul do tabaco, que destruiu mais de 85% dessas plantações.
Em 1981, introduziram em Cuba o vírus da Dengue Hemorrágica que custou a vida de 158 cubanos, 61 deles eram crianças.
Em 1990, em Los Angeles eles aplicaram experimentalmente vacina contra o sarampo em bebês negros e hispânicos.
Em 1995, o Governo dos Estados Unidos admitiu que ele ofereceu aos criminosos de guerra japoneses e cientistas grandes somas de dinheiro e imunidade em troca de informações sobre as investigações realizadas sobre a guerra biológica.
Ao mesmo tempo que aumentam as vítimas do Ebola, sobem as ações das companhias farmacêuticas ligadas ao desenvolvimento de tratamentos nas bolsas de valores, impulsionadas também pelo alarde midiático em torno do caso, que esconde que o desenvolvimento dos medicamentos para combater a doença é feito muito lentamente, pois os repasses do governo são feitos em pequenas parcelas, o que não permite acelerar o processo.
Se faltam provas concretas de ligações diretas entre o Ebola, a indústria farmacêutica e o Fort Detrick, a história nos mostra que estes foram responsáveis por inocular, propagar e testar diversos tipos de doenças pelo mundo para maximizar seus lucros ao custo de muitas vidas (quase sempre de povos considerados inferiores) e quase sempre estão por trás destes surtos repentinos de doenças terríveis.



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