O Ebola é uma arma biológica?
A rede internacional de notícias RT investigou quem está por trás do surto recente de Ebola e chegou até a empresa que produz um medicamento experimental para a cura da doença. A Mapp Biopharmaceutica, cuja equipe de cientistas trabalha com o exército dos EUA no centro de investigações biológicas e armas químicas, Fort Detrick, localizado em Maryland, que há poucos meses infectou um grupo de macacos com o vírus do Ebola.
Com um histórico de desenvolvimento de armas biológicas e manipulação de vírus como HIV, Ebola, Peste Bubônica (Peste Negra), Antrax e vírus do Nilo Ocidental, o complexo agora chamado de instalações Frederick para a investigação sobre o câncer não desperta a confiança nem na própria população de Maryland que acreditam que as mais de 500 famílias afetadas pelo câncer podem ter sido ocasionadas pelos experimentos feitos no lugar que é próximo de suas casas.
O agricultor Bill Krantz disse à FOX em 2010 que desde criança observou que aviões, helicópteros e balões espalharem substâncias químicas nos campos e posteriormente asseguravam que estes eram inofensivos. Porém sua filha e esposa morreram de câncer e exames comprovaram a presença destas substâncias no corpo de ambas.
Os EUA também contam com um longo histórico de bioterrorismo infectando pessoas de outros países com vírus mortais.
Entre 1946 e 1948 foram inoculadas doenças venéreas em 696 guatemaltecos, atitude pela qual o governo estadounidense pediu apenas “desculpas” em 2011.
Em 1931, Cornelius Rhoads patrocinado pelo Instituto Rockefeler e que fez parte da Comissão de Energia Atômica dos EUA, infectou centenas de cidadãos porto-riquenhos com células cancerosas durante a realização de experimentos médicos.
Em 1951, os Estados Unidos usaram penas das aves infectadas com antrax para causar febre na Coreia do Norte e depois inocular a febre amarela no país.
Em 1966, o Pentágono fez quebrar vários frascos de Bacillus subtilis em grades de ventilação do Metro New York expondo mais de 1 milhão de pessoas a essa bactéria.
Em 1970, Fort Detrick desenvolveu técnicas de biologia molecular para produzir retrovírus, agora conhecido como HIV.
Na década de 70, os EUA desenvolveram a Operação Mongoose. A CIA inoculou em Cuba distintos vírus como o epífita Roya para afetar diferentes plantações de cana do país, o da peste suína africana, que obrigou o abate de mais de 700 porcos e o mofo azul do tabaco, que destruiu mais de 85% dessas plantações.
Em 1981, introduziram em Cuba o vírus da Dengue Hemorrágica que custou a vida de 158 cubanos, 61 deles eram crianças.
Em 1990, em Los Angeles eles aplicaram experimentalmente vacina contra o sarampo em bebês negros e hispânicos.
Em 1995, o Governo dos Estados Unidos admitiu que ele ofereceu aos criminosos de guerra japoneses e cientistas grandes somas de dinheiro e imunidade em troca de informações sobre as investigações realizadas sobre a guerra biológica.






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