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domingo, 16 de novembro de 2014

Ebola: Soro eficaz é ocultado


Ebola: Soro Eficaz E ocultado e estao vendendo Uma imitação transgênica

As-Farmacêuticas-ocultam-Medicamento-Ebola-e-promovem-Seu-transgênico

A Organização Mundial da Saúde (OMS) se recusa a aplicar contra Ebola hum Método de Tratamento conhecido HÁ Mais de 100 anos, enquanto Promove SUA imitação geneticamente Modificado, Que Tem Uma Oferta limitada.
O soro convalescente represen o plasma com anticorpos obtidos a Partir do Sangue de Pessoas Que se recuperaram DEPOIS de contrair a disease.
Este Método FOI Desenvolvido na Década de 80 do Século XIX, e lhes 1901 DEU AO Cientista Alemão Emil von Behring o Prêmio Nobel POR Seu   Sucesso  no Tratamento da difteria e tétano.
No Século Passado FOI aplicado com Sucesso Para Prevenir e TRATAR Doenças Como o sarampo hepatite ea. Ultimamente hum Cientista los Hong Kong usou o soro convalescente Pará combater o surto de SARS, Chegando a 100% de Recuperação, efeitos colaterais parágrafo SEM OS 70 patients tratados.
A Respeito do Ebola, o 'portal Infowars cita 'Um Estudo? Sobre O Uso de Soro convalescente that was Realizado EM patients Oito não Ano de 1995, quando houve surto de Ebola hum that afetou 316 Pessoas e Teve Uma Mortalidade de 80%. Experiência Nesta, Sete dos Oito patients tratados com o soro sobreviveram.
O Que Morreu JÁ Localidade: Não tinha Febre, mas sofreu Uma convulsão e FOI ENCONTRADO morto los SUA cama com hum ferimento na Cabeça.
O Estudo was publicado em 1999, mas de: Não recebeu Muita Atenção from entao.
Durante O Último surto, a OMS descreveu o Método par o Tratamento de Ebola Como "promissor", MAS "Não comprovado", e exigiu Uma Investigação Mais aprofundada.
EntreTanto, na África À Procura Pelo Sangue dos Sobreviventes Levou AO surgimento de hum Mercado  negro, that a OMS Diz Que DEVE Ser Fechado com a Ajuda dos governos.
Transgênico, Nao naturais
Em Vez de obter e distribuir soro convalescente, ESTA Sendo perseguida Uma Abordagem patenteado artificial, Como ZMapp, that utiliza anticorpos de Ratos, geneticamente Modificados e desenvolvidos los Uma planta transgênica.
O ZMapp FOI CRIADO Por uma Pequena Empresa Apoiada Pela DARPA, Uma Agência do Pentágono Novas Tecnologias, Pará desenvolver that recebe Financiamento da Fundação Gates, e da Indústria Farmacêutica.  
O soro ZMapp FOI Testado EM 18 macacos, e Todos sobreviveram.
Entre OS Seres Humanos was administrada los Três patients da Libéria e Quatro Ocidentais. Desconhece-se se liberianos also receberam o soro convalescente, mas SOMENTE Duas das Três sobreviveram.
Dos Quatro Ocidentais, Dois patients -Kent Brantley e Will Pooley- that receberam soro Ambos se recuperaram. O padre Espanhol Miguel Pajares FOI imunizada com ZMapp e Morreu.  
Nancy Writebol recebeu ZMapp, mas Localidade: Não soro convalescente. Ela Teve Alergia ZMapp e reduziram a dose.
Acontece that dos patients that receberam Apenas o ZMapp, uma taxa de Recuperação de Liberdade de Informação de apenas 50%.
No entanto, o ZMapp E o Único soro contra o Ebola Aprovado Pará Produção.
No Momento los that um Produção fazer ZMapp atingir hum Nível Suficiente, o Vírus Ira Adquirir Uma escala global, considerando-se OS atuais níveis de infecção na África.  
Dentro de Dois Meses O Ebola poderia afetar 15% da População Nos paises Onde atualmente EXISTE surto, lembrando Que ágora E de 5%.

Maconha pode combater o vírus Ebola


Se Localidade: Não protege contra o vírus Ebola, PODE Evitar infectados that OS morram. Especialista Afirma Que maconha PODE Ser USADO nenhuma Combate ao Ebola.

Maconha-PODE-combater-Ebola

O cannabinol e outros produtos derivados da maconha poderiam impedir a propagação do vírus Ebola, afirma um cirurgião cardiovascular aposentado. Além disso, ela poderia reduzir a mortalidade a provocado pelo choque tóxico da doença.
De acordo com o Dr. David Allen, atualmente diretor médico na empresa Cannabis Sativa, o grupode compostos chamados canabinóides pode ajudar a combater a infecção viral, uma vez que esta ativa no organismo humano receptores e forças internas o suficiente para impedir a penetração do vírus e impedir que os pacientes que morram os diagnosticados com Ebola.
“Há evidência científica de que os canabinóides, o canabinol, em particular, pode permitir umcontrole do sistema imunológico, que por sua vez fornece proteção contra infecções virais”, disse o médico no blog Cannabis Diggest.
Como funcionaram contra fungos e bactérias, da mesma forma atuam contra os microrganismos ínfimos. “Patentes dos EUA demonstram que os canabinóides têm atividade antiviral significativa”, acrescenta.
Uma vez infectado, o vírus Ebola obriga a célula a produzir proteínas que ocultam o vírus do sistema imunitário. Este sistema de defesa leva a um ponto em que o RNA do vírus oculta-se na célula infectada, tornando-se invisíveis para os corpos imunes do sangue. Além disso, no interior da célula ocorrem várias mutações no código do ARN, tornando difícil ou impossível a criação de uma vacina eficaz.
A causa de morte por este vírus é a própria resposta imune do corpo, que provoca a chamada “tempestade de citocinas” como resposta à infecção viral e incapacidade de combate-la com as soluções disponíveis. Devido a esse fenômeno, o organismo desenvolve um choque tóxico. Em todas as arteríolas se formam alguns pequenos coágulos sanguíneos, e esta coagulação intravascular disseminada mata a pessoa infectada.
De acordo com David Allen, o que os canabinóides fazem é evitar o choque tóxico. Para verificar esse efeito, o promotor dos produtos de maconha exige mais pesquisa para obter mais evidências cientificamente confirmadas. Garante que, pelo menos não haverá efeitos colaterais perigosos e, portanto, pode ajudar em áreas onde o Ebola está se espalhando rapidamente.

arma biológica?


O Ebola é uma arma biológica?


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Segundo investigações de uma rede internacional de notícias, o surto de Ebola não foi por acaso e pode ser o teste de uma arma biológica criada nos EUA.
A rede internacional de notícias RT investigou quem está por trás do surto recente de Ebola e chegou até a empresa que produz um medicamento experimental para a cura da doença. A Mapp Biopharmaceutica, cuja equipe de cientistas trabalha com o exército dos EUA no centro de investigações biológicas e armas químicas, Fort Detrick, localizado em Maryland, que há poucos meses infectou um grupo de macacos com o vírus do Ebola.
Com um histórico de desenvolvimento de armas biológicas e manipulação de vírus como HIV, Ebola, Peste Bubônica (Peste Negra), Antrax e vírus do Nilo Ocidental, o complexo agora chamado de instalações Frederick para a investigação sobre o câncer não desperta a confiança nem na própria população de Maryland que acreditam que as mais de 500 famílias afetadas pelo câncer podem ter sido ocasionadas pelos experimentos feitos no lugar que é próximo de suas casas.
O agricultor Bill Krantz disse à FOX em 2010 que desde criança observou que aviões, helicópteros e balões espalharem substâncias químicas nos campos e posteriormente asseguravam que estes eram inofensivos. Porém sua filha e esposa morreram de câncer e exames comprovaram a presença destas substâncias no corpo de ambas.
Os EUA também contam com um longo histórico de bioterrorismo infectando pessoas de outros países com vírus mortais.
Entre 1946 e 1948 foram inoculadas doenças venéreas em 696 guatemaltecos, atitude pela qual o governo estadounidense pediu apenas “desculpas” em 2011.
Em 1931, Cornelius Rhoads patrocinado pelo Instituto Rockefeler e que fez parte da Comissão de Energia Atômica dos EUA, infectou centenas de cidadãos porto-riquenhos com células cancerosas durante a realização de experimentos médicos.
Em 1951, os Estados Unidos usaram penas das aves infectadas com antrax para causar febre na Coreia do Norte e depois inocular a febre amarela no país.
Em 1962, os EUA contaminaram um barco de cana de açúcar que parou em Porto Rico com destinoà União Soviética.
Em 1966, o Pentágono fez quebrar vários frascos de Bacillus subtilis em grades de ventilação do Metro New York expondo mais de 1 milhão de pessoas a essa bactéria.
Em 1970, Fort Detrick desenvolveu técnicas de biologia molecular para produzir retrovírus, agora conhecido como HIV.
Na década de 70, os EUA desenvolveram a Operação Mongoose. A CIA inoculou em Cuba distintos vírus como o epífita Roya para afetar diferentes plantações de cana do país, o da peste suína africana,  que obrigou o abate de mais de 700 porcos e o mofo azul do tabaco, que destruiu mais de 85% dessas plantações.
Em 1981, introduziram em Cuba o vírus da Dengue Hemorrágica que custou a vida de 158 cubanos, 61 deles eram crianças.
Em 1990, em Los Angeles eles aplicaram experimentalmente vacina contra o sarampo em bebês negros e hispânicos.
Em 1995, o Governo dos Estados Unidos admitiu que ele ofereceu aos criminosos de guerra japoneses e cientistas grandes somas de dinheiro e imunidade em troca de informações sobre as investigações realizadas sobre a guerra biológica.
Ao mesmo tempo que aumentam as vítimas do Ebola, sobem as ações das companhias farmacêuticas ligadas ao desenvolvimento de tratamentos nas bolsas de valores, impulsionadas também pelo alarde midiático em torno do caso, que esconde que o desenvolvimento dos medicamentos para combater a doença é feito muito lentamente, pois os repasses do governo são feitos em pequenas parcelas, o que não permite acelerar o processo.
Se faltam provas concretas de ligações diretas entre o Ebola, a indústria farmacêutica e o Fort Detrick, a história nos mostra que estes foram responsáveis por inocular, propagar e testar diversos tipos de doenças pelo mundo para maximizar seus lucros ao custo de muitas vidas (quase sempre de povos considerados inferiores) e quase sempre estão por trás destes surtos repentinos de doenças terríveis.



Ebola é uma pode ser uma farça


O surto de Ebola é uma farsa?

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Vários meios de comunicação internacionais denunciam que o Ebola é simplesmente uma campanha de propaganda gigantesca com a finalidade de vacinar países inteiros com vacinas experimentais.
“Se você viajar para a Libéria, um dos países mais atingidos pela epidemia de Ebola poderá encontrar em todo canto cartazes e mensagens que dizem:” O Ebola é real “, no entanto, nada mais é que uma vasta campanha de propaganda nos países africanos afetados tentando convencer as pessoas de que o perigo é real “, relata o Robot Pescador.
Nos países africanos afetados o Ebola foi tão real que pessoas caiam mortas em todas as partes a cada cinco minutos, por que é necessário fazer uma campanha de propaganda massiva financiada por grandes organizações internacionais sobre os supostos perigos do Ebola, se pergunta o autor do artigo.
Ele afirma ainda que, se o vírus produziu efeitos tão horríveis como eles dizem, a população dos países afetados deveriam olhar ao redor. Mas a verdade é que muitas das pessoas que vivem nos países da África Ocidental acreditam que o Ebola é uma conspiração de seus governos, em conluio com os Estados Unidos
Em um artigo no Daily Observer da Libéria, se acusa diretamente o Departamento de Defesa dosEUA e seus pesquisadores por criar armas biológicas, que seria responsável pelo surto atual.
Enquanto outros meios de comunicação revelam outras suspeitas, como a qualquer pessoa que adoecer pode ser considerada infectada pelo Ebola.
“Quando você está doente com cólera, eles dizem que você tem Ebola. Quando a temperatura de seu corpo sobe e tem um pouco de febre, dizem-lhe que tem Ebola. Então, eu honestamente não acho que o Ebola existe. Poderia haver um monte de outras doenças matando pessoas”, disse um vendedor ambulante de Serra Leoa citado pelo portal ‘NPR‘.
Dúvidas e suspeitas
Enquanto isso, o jornalista investigativo Jon Rappoport diz em seu blog que o teste para diagnosticar Ebola não é de todo confiável, e ainda afirma que a falta de fiabilidade de tais provas foi confirmado por seus criadores.
No entanto, o diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, Anthony Fauci, citado pelo “Independent Sentinel” disse: “A medida que a epidemia se espalha cada vez mais e, em alguns casos, escapa do nosso controle, é necessário implantar programas de vacinação em países inteiros, a fim de controlá-la. Esta é uma possibilidade a considerar”.
Ou seja, está considerando a possibilidade de um cenário com a imunização de países inteiros com vacinas experimentais criadas por gigantes farmacêuticos.
Realmente estamos sendo submetidos a uma das campanhas de manipulação mais abrangentes, contraditórias e complexas que já experimentamos em muitos anos, destaca o ‘Periodismo Alternativo’.
Por um lado,continua, parece que se exagera muito a real extensão da epidemia, e tampouco se diz a verdade sobre o modo de transmissão do vírus, como o demonstram os casos de profissionais da saúde infectados nos EUA e Espanha, embora eles estivessem vestindo roupas de proteção especiais.
De acordo com o site, o surto de Ebola é simplesmente uma manipulação criado com a intenção de realizar um grande negócio através da vacinação. Embora neste caso, a narrativa seja muito mais complexa e os objetivos parecem ser muito mais ambicioso e obscuros.. 

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Abrigos Secretos


14 abrigos para fugir do apocalipse



As previsões catastróficas podem estar certas e o “fim do mundo” não avisa quando e nem como vai chegar. Então, para prevenir este “contratempo” separamos 14 lugares que ajudarão você a fugir do fim do mundo.
Não foi em 2012, mas pode ser no próximo ano, no próximo mês, amanhã mesmo, e sem dar aviso. A linha que nos separa das catástrofes é muito tênue e a definição de “fim do mundo” é bem genérica, então o bom é estar preparado. Conheça alguns lugares onde você estaria “a salvo”. 
1. Bugarach, França.
É uma pequena cidade que, de acordo com várias seitas apocalípticas, é o único lugar no planeta que vai sobreviver sem consequências ao fim do mundo. O em 2012 prefeito planejou fechar a cidade para evitar uma possível invasão de crentes. Se estiver interessado em abrigo lá, recomendamos que parta o quanto antes.
2. Chiang Mai, Tailândia.
Esta paradisíaca cidade tailandesa não faz parte da “cultura apocalíptica”, como no caso anterior. No entanto, é o lugar que Marc Faber escolheu como residência, um investidor que é famoso por seu terrível pessimismo e por seus constantes conselhos sobre onde viver em caso de guerra e sobre o dólar. Se ele está lá, há muitas chances de que seja um lugar seguro.
3. Necker Island.
Esta ilha é propriedade do magnata Richard Branson e fica nas Ilhas Virgens Britânicas. De acordo com a Business Insider, o bilionário deixará de viver lá quando tudo desmoronar.
4. Tristan da Cunha.
Com uma população de apenas 271 pessoas, este arquipélago do Atlântico Sul certamente está buscando novos habitantes. Este é o grupo de ilhas habitadas mais remoto do mundo e, certamente, não tem muitas estruturas que podem ser destruídos durante o fim do mundo. Ele também é famoso por sua excelente pesca, o que o torna ideal para a autossustentabilidade.
5. Greenbrier Resort, Virginia Ocidental.

Construído nos anos 50, este resort de luxo é famoso por seu bunker da época da Guerra Fria. Até 1992, foi o local escolhido para a mudar o Governo em caso de desastre, mas foi descoberto e descartado.
6. Varsóvia.
Durante a invasão soviética da Polônia, a capital do país estava cheia de prédios de concreto que  certamente sobreviveriam ao desastre. Mas se isso não bastar, ainda há a Safe House, como o próprio nome em Inglês sugere , é um lugar seguro com paredes exteriores de concreto corrediças e com uma porta de alumínio rolldown.
7. Genebra.
Próximo desta cidade fica o Grande Colisor de Hadrons (Large Hadron Collider), por isso não parece ser o lugar mais seguro para passar o fim do mundo. No entanto, os cientistas responsáveis ​​por uma das maiores experiências do mundo, que descobriram a “partícula de Deus”, parecem ser mais capazes de entender o por que do “apocalipse” e como sobreviver a ele.

8. Puncak Jaya, Indonésia.
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É uma região montanhosa da Indonésia. Pode até não parece o lugar mais acolhedor para viver, mas ali se encontra a maior mina de ouro do mundo. E felizmente, nós podemos aproveitar isso a nosso favor, se sairmos ilesos do fim dos fins.
9. Terra do Fogo, Argentina.
Localizado no extremo sul da América do Sul, este arquipélago é o lugar ideal para evitar a chuva radioativa, graças aos seus padrões de vento.
10. Territorio do Yukón.
Como Tristan da Cunha, este território federal do Canadá tem uma população pequena. Se as coisas não acabarem na pior das tragédias, a área é capaz de sustentar pequenas comunidades. Sua natureza é muito propícia para a caça, uma atividade fundamental depois de passar os piores cataclismos.
11. Mount Weather, Virginia.
Localizado nas montanhas Blue Ridge, sua altura e localização remota fazem deste o local perfeito para prevenir desastres naturais ou invasões.

12. Site R, Pensilvânia.
Está localizado a cerca de seis quilômetros de distância de Camp David, Pensilvânia. Também conhecido como Raven Rock Mountain Complex, foi construído na década de 1950 e ainda está envolto em mistério. Tem uma instalação para abrigar o presidente e proteção eletromagnética, segundo a Wired. Se diz também que ali há toda uma cidade subterrânea.
 13. Sderot, Israel.
O conflito em Gaza demonstrou que Israel está preparado com a melhor tecnologia para interceptar mísseis lançados contra cidades. O seu sistema de defesa conhecido como Iron Dome, está em Sderot e seria extremamente útil se o fim do mundo, estiver perto. (Embora aprecie mais os abrigos subterrâneos).
14. Perth, Australia.
Considerada uma das cidades mais remotas do mundo, passa por um período de riqueza devido a indústria de recursos (exploração mineral). Perto dali, fica a maior mina do mundo, o que poderia ser benéfico em caso de sobrevivência.
Então, qual a sua escolha no caso de um “fim do mundo”? Talvez não tenhamos muito tempo…
PS: Existem abrigos bem melhores do que estes “genéricos”, mas que estão reservados ás altas cúpulas dos governos. Vamos conhece-los em outro post.




Destruíndo a humanidade


5 experimentos que poderiam ter destruído a humanidade

Em busca de descobrir algo novo a humanidade repetidamente realizou experiências perigosas que poderiam até mesmo ter acabado com o nosso planeta.
Aqui está uma lista divulgada pelo portal ‘Before It’s News’ dos cinco experimentos que poderiam ter levado ao fim do mundo.
1. O poço superprofundo de Kola.
O poço superprofundo da península Kola está localizado nas proximidades do Círculo Polar Ártico, na região Noroeste da Rússia e é o mais profundo buraco cavado na terra. Os cientistas soviéticos começaram a perfuração do poço em 1970 e em 1989 atingiram o nível de 12.262 metros.
O objetivo era furar completamente a crosta e atingir a camada superior do manto da Terra, mas não se tinha ideia do que poderia acontecer. No entanto, os temores de terremotos em grande escala ou a aparência dos demônios do inferno revelaram-se infundados.
Os trabalhos no projeto foram suspensos devido à esta profundidade a temperatura chegar a 177 graus Celsius, sendo que deste ainda fluía continuamente uma massa de lama e hidrogênio que impediu os cientistas de aumentarem a profundidade da perfuração.
2. Teste nuclear Trinity.

O programa de teste nuclear Trinity fazia parte do Projeto Manhattan dos EUA para desenvolver armas nucleares. Este teste foi realizado em 16 de julho de 1945, e foi a primeira explosão de um artefato atômico no mundo.
O desenvolvimento inicial das armas de nova geração foi suspenso temporariamente devido a temores do cientista Edward Teller, que participou do projeto. Teller supunha que detonar uma bomba feita de plutônio poderia causar uma reação química com o envolvimento de nitrogênio, o que, em teoria, poderia levar à inflamação descontrolada da atmosfera da Terra.
No entanto, os cálculos mostram que este resultado era improvável, por isso o trabalho continuou. A denotação da Trinity foi equivalente à explosão de cerca de 20 quilotons de TNT, resultando no início da era atômica. A explosão lembrou o autor do projeto, Robert Oppenheimer, o manuscrito sagrado hindu: “Agora eu sou a morte, o destruidor de mundos.”.
3. Grande Colisor de Hadrons (Large Hadron Collider).

Quando os cientistas em 10 de setembro de 2008 anunciaram oficialmente a criação do Grande Colisor de Hádrons, alguns passaram a acreditar que este dispositivo resultaria na destruição do mundo. 
O projeto de um acelerador de partículas, cujo custo ultrapassa os 6 bilhões de dólares, surgiu para acelerar feixes de prótons através de um túnel de 27 km de comprimento, com a subsequente colisão, levando à formação de buracos negros microscópicos, que, conforme se acredita, apareceram imediatamente após o Big Bang.
Alguns acreditavam que os buracos negros formados como resultado do experimento iriam continuar crescendo até engolir a Terra. No entanto, os cientistas descartaram esses rumores. Como anteriormente estimado, cada buraco negro tem um limite, após o que se evapora. Este fenômeno é conhecido como “radiação de Hawking”.
4. Teste nuclear Starfish Prime.

A magnetosfera da Terra é uma camada protetora importante que contém partículas carregadas que protegem o meio ambiente da Terra dos efeitos nocivos do vento solar. E o que aconteceria se uma bomba nuclear explodisse na magnetosfera?
É o que os EUA Eu queriam descobrir em 1962. Além disso, o objetivo do experimento era encontrar uma maneira de interceptar ogivas soviéticas em órbita espacial. Assim, foi realizada a explosão de uma ogiva termonuclear em uma altitude de 400 quilômetros acima da ilha Johnston , no Oceano Pacífico.
A explodindo com capacidade de 1,4 Megatons era visível a uma distância de 1.450 km nas ilhas havaianas, onde o pulso eletromagnético atingiu linhas de energia e serviços de telefonia. Além disso, na parte inferior da órbita da Terra se formou um cinturão de radiação artificial, que se manteve durante cinco anos afetando mais de um terço de todos os satélites.

5. O projeto SETI.

Este projeto de Busca de Inteligência Extraterrestre inclui uma série de medidas para detectar e tentar  estabelecer comunicações com representantes de civilizações extraterrestres.
Já em 1896, Nikola Tesla sugeriu que o rádio pode ser usado para fazer contato com extraterrestres. Em 1899, parecia que se estava recebendo sinais de Marte. Em 1924, o governo dos EUA anunciou o Dia Nacional do Rádio para que, durante o período de agosto 21-23, os cientistas pudesse encontrar frequências de rádio emitidas do Planeta Vermelho.
Os métodos atuais de investigação no âmbito do projeto SETI incluem o uso de telescópios terrestres e em órbita, assim como grandes conjuntos de radiotelescópios distribuídos por todo o planeta. No entanto, alguns observam com preocupação estas tentativas de comunicar-se com estas civilizações extraterrestres, porque eles acreditam que isto poderia atrair atenção indesejada para o nosso planeta. 

O FIM DO MUNDO


Porque você não sobreviverá ao Armagedom



Entenda porque provavelmente você não sobreviveria ao “Fim do Mundo”.
O Armagedom seria o fim do mundo, ou a batalha final do fim do mundo. Porém aqui vamos usar esse termo para definir o “Fim do mundo”.
Listamos aqui alguns “imprevistos” que impediriam você de se salvar em um possível “Armagedom” e ser mais um dos “contemplados” a viver em um mundo pós apocalíptico.
1 – Você não é rico.
A menos que você seja milionário ou bilionário, não teria dinheiro suficiente para construir umbunker  particular, uma arca (como as do filme 2012), ou mesmo um simples abrigo subterrâneo funcional para manter-se por vários anos ou décadas. Some isso a sua impossibilidade de compraruma passagem ou um lugar em qualquer outro meio de salvação, que obviamente custaria muito caro para qualquer um de nós, simples trabalhadores.
2 – Você não é importante.
Tudo bem que todos nós somos importantes na vida de alguém ou mesmo para a vida de muitas pessoas. Porém, você é um político influente, um militar de alta patente, um ministro ou algo assim? Se a resposta for não é muito provável que não tivesse uma vaga garantida no sistema de resgate de emergência ou em abrigos onde a prioridade seria salvar as maiores autoridades de umpaís, pois teoricamente o melhor a ser feito em um desastre em escala global é salvar os nossos governantes e autoridades.
3 – Você não será avisado.
Imagine você em pleno trabalho quando vê um chamado que diz que o mundo está prestes a acabar e que nada mais pode ser feito. Nunca imaginou o que acontece em seguida? Tumultos por todas as cidades seria a opção mais óbvia, pois quando o ser humano sente-se ameaçado ou desesperado as suas atitudes não são nem um pouco “racionais”. Então para evitar esse clima de pânico generalizado, muito provavelmente as informações seriam omitidas e circulariam apenas em um seleto grupo, que obviamente seriam aqueles que detêm o poder. Além da mídia não difundir a notícia, é muito provável que ela fosse usada para silenciar boatos.
Também é possível que nem mesmo os cientistas, as altas cúpulas do governo e os carinhas que “veem o futuro” saibam de nada. Nesse caso, seria um belo “estamos ferrados” pra todo mundo.

4 – Ninguém estará preparado.
Obviamente ninguém anda na rua pronto para um “Apocalipse” ou fim do mundo que poderiachegar a qualquer momento e pode ser qualquer coisa. Imagina que você anda tranquilamente pela rua e começam a cair meteoros do céu, ou bombas, ou lava, ou tudo congela, ou o chão começa a ceder sob seus pés. O que faria? Estaria pronto para enfrentar isso como algo normal sem entrar em pânico? Bem poucas pessoas saberiam como agir, e se levarmos em conta que ninguém está preparado para grandes tragédias como essas, tanto  “espiritualmente” quanto fisicamente, isso pode reduzir consideravelmente as suas chances de sobreviver a isso.
Longe de desejar que isso aconteça com o nosso planeta, nosso objetivo aqui é demonstrar o quanto somos insignificantes neste imenso universo que nos rodeia e como, infelizmente uma vida vale tão pouco sem “poder” dinheiro ou prestígio em nossa sociedade. Lembre-se: “O sábio é aquele quem tem a humildade de admitir que o próximo é tão importante quanto ele mesmo, sem se importar com a limitada visão que os distingue”.
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